sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

anexos































Como se previne a obesidade?

Dieta alimentar equilibrada;
Actividade física regular;
Modo de vida saudável.

A obesidade provoca também alterações socio-económicas e psicossociais:

Discriminação educativa, laboral e social;
Isolamento social;
Depressão e perda de auto-estima.

Que consequências para a saúde acarreta a obesidade?

Aparelho cardiovascular - hipertensão arterial, arteriosclerose, insuficiência cardíaca congestiva e angina de peito;
Complicações metabólicas - hiperlipidémia, alterações de tolerância à glicose, diabetes tipo 2, gota;
Sistema pulmonar - dispneia (dificuldade em respirar) e fadiga, síndroma de insuficiência respiratória do obeso, apneia de sono (ressonar) e embolismo pulmonar;
Aparelho gastrintestinal - esteatose hepática, litíase vesicular (formação de areias ou pequenos cálculos na vesícula) e carcinoma do cólon;
Aparelho genito-urinário e reprodutor - infertilidade e amenorreia (ausência anormal da menstruação), incontinência urinária de esforço, hiperplasia e carcinoma do endométrio, carcinoma da mama, carcinoma da próstata, hipogonadismo hipotalâmico e hirsutismo;
Outras alterações - osteartroses, insuficiência venosa crónica, risco anestésico, hérnias e propensão a quedas.

quais são os factores de risco

Vida sedentária - quanto mais horas de televisão, jogos electrónicos ou jogos de computador, maior a prevalência de obesidade;
Zona de residência urbana - quanto mais urbanizada é a zona de residência maior é a prevalência de obesidade;
Grau de informação dos pais - quanto menor o grau de informação dos pais, maior a prevalência de obesidade;
Factores genéticos - a presença de genes envolvidos no aumento do peso aumentam a susceptibilidade ao risco para desenvolver obesidade, quando o indivíduo é exposto a condições ambientais favorecedoras, o que significa que a obesidade tem tendência familiar;
Gravidez e menopausa podem contribuir para o aumento do armazenamento da gordura na mulher com excesso de peso.

o que causa a obesidade

O excesso de gordura resulta de sucessivos balanços energéticos positivos, em que a quantidade de energia ingerida é superior à quantidade de energia dispendida. Os factores que determinam este desequilíbrio são complexos e podem ter origem genética, metabólica, ambiental e comportamental.
Uma dieta hiperenergética, com excesso de gorduras, de hidratos de carbono e de álcool, aliada a uma vida sedentária, leva à acumulação de excesso de massa gorda.
Existem provas científicas que sugerem haver uma predisposição genética que determina, em certos indivíduos, uma maior acumulação de gordura na zona abdominal, em resposta ao excesso de ingestão de energia e/ou à diminuição da actividade física.

quais são os tipos de obesidade

Obesidade andróide, abdominal ou visceral - quando o tecido adiposo se acumula na metade superior do corpo, sobretudo no abdómen. É típica do homem obeso. A obesidade visceral está associada a complicações metabólicas, como a diabetes tipo 2 e a dislipidémia e, a doenças cardiovasculares, como a hipertensão arterial, a doença coronária e a doença vascular cerebral, bem como à síndroma do ovário poliquístico e à disfunção endotelial (ou seja deterioração do revestimento interior dos vasos sanguíneos). A associação da obesidade a estas doenças está dependente da gordura intra-abdominal e não da gordura total do corpo.
Obesidade do tipo ginóide - quando a gordura se distribui, principalmente, na metade inferior do corpo, particularmente na região glútea e coxas. É típica da mulher obesa.

A obesidade causa a morte

Sabia que, depois do tabagismo, a obesidade é considerada como a segunda causa de morte passível de prevenção?




A obesidade é uma doença! Mais, é uma doença que constitui um importante factor de risco para o aparecimento, desenvolvimento e agravamento de outras doenças.
Há tantas pessoas obesas a nível mundial que a Organização Mundial de Saúde (OMS) considerou esta doença como a epidemia global do século XXI.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

varias questões sobre a obesidade

O que é a obesidade?A obesidade consiste num excesso de gordura depositada no tecido adiposo que conduz a um peso corporal superior ao desejável. O número de obesos tem vindo a aumentar rapidamente, tendo sido considerado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) um problema de saúde pública importante.Quando é que um indivíduo tem excesso de peso ou obesidade?Aceita-se o Índice de Massa Corporal (IMC=peso/altura2) como a medida standard internacional de avaliação da gordura corporal nos adultos. A classificação da OMS considera excesso de peso os indivíduos com IMC compreendida entre 25 a 29,9 kg/m2 e classifica obesidade superior a 30 kg/m2.Qual é o impacto da obesidade na população?A prevalência da obesidade é maior nos países industrializados e nas zonas urbanas. O excesso de peso afecta cerca de 10 a 25% dos adultos da Europa Ocidental e 20 a 25 % no continente Americano. Calcula-se que a obesidade nas crianças se aproxime dos 10% e que 30% destas crianças tornar-se-ão obesas em adultos. Em Portugal estima-se que 1/4 a 1/3 dos adultos tenham excesso de peso e 1/4 sejam obesos.Qual é a influência dos genes na obesidade?A obesidade é uma doença complexa e multifactorial que se desenvolve da interacção entre o genes e o ambiente. Existe actualmente evidência da importância que a influência genética tem no desenvolvimento da obesidade. Segundo alguns estudos o peso específico da acção genética é superior a 50%. Os humanos possuem um gene idêntico à proteína "leptina", levando ao aumento do peso quando aquela proteína está alterada. A influência genética é apoiada pela seguinte constatação - um ou os dois progenitores obesos têm 40% e 80% de probabilidade de ter filhos obesos, respectivamente. Também as crianças adoptadas têm um peso mais próximo dos pais biológicos. E os gémeos monozigóticos (gémeos verdadeiros) têm pesos mais semelhantes que os dizigóticos (falsos gémeos).Quais os factores do ambiente que contribuem para a obesidade?Não existe ainda a compreensão completa sobre todas as causas que favorecem a obesidade. Estão contudo, identificados os principais factores relacionados com o ambiente que contribuem para o seu desenvolvimento:• os estilos de vida sedentários resultante do crescente número de actividades diárias com baixo consumo de energia, como por exemplo o uso de elevador.• a ingestão crónica e excessiva de calorias, estimulada pelo desenvolvimento de alimentos com excesso de calorias, (relacionada com o crescimento da indústria do fast food), e a maior disponibilidade de tempo para socialização e consequente consumo de comida e bebidas.Outras causas menos frequentes estão relacionadas com algumas doenças, nomeadmente o hipotiroidismo e o síndrome de Cushing. Também existem alguns fármacos que poderão provocar aumento de peso, como os anabolizantes esteróides, corticóides, progestagéneos e alguns antidepressivos.Como pode ser feito o diagnóstico?Não é apenas a avaliação do Índice da Massa Corporal que determina o risco para saúde, mas também a distribuição da gordura no organismo. De acordo com as últimas recomendações técnicas aconselha-se que a avaliação do peso tenha em conta três avaliações:1. Índice de Massa Corporal, que permite definir as seguintes categorias:• Excesso de peso: IMC 25 - 29.9 kg/m2• Obesidade ligeira : IMC 30 - 34.9 kg/m2• Obesidade moderada: IMC 35 - 39.9 kg/m2• Obesidade grave: IMC > 40 kg/m22. Perímetro da cintura. Estudos demonstram que a medição do perímetro da cintura é o melhor marcador da gordura abdominal. Considera-se que uma pessoa tem um risco elevado quando o perímetro da cintura é superior a 102cm no homem e 88 na mulher.3. A detecção de factores de risco para as doenças cardiovasculares e outras patologias associadas à obesidade, nomeadamente a diabetes mellitus, hipertensão arterial e o doseamento do colesterol e triglicerídeos. Existem, no entanto, outros métodos que permitem avaliar a obesidade, nomeadamente:• Tabelas de peso e altura, actualmente em desuso, fornecem intervalos de peso desejável para adultos tendo em conta a altura e biótipo.• Percentil de peso, é utilizado nas crianças para a definição de obesidade. Considera-se uma criança obesa, quando o seu peso da criança está acima do percentil 95 ou existam mais de 2 desvios-padrão acima da referência média do peso para altura.• Espessura de pregas cutâneas, nomeadamente do braço, abdómen ou dorso. Permite uma avaliação fácil da gordura no corpo, mas não avalia a gordura perivisceral (gordura que envolve internamente os orgãos) • Relação cintura/anca. Determinar se a obesidade é andróide quando a relação é superior a 1, ou ginóide quando inferior a 1; sendo o risco de doenças cardiovasculares superior no primeiro caso.É necessário realizar exames na avaliação da obesidade?Tem interesse realizar alguns exames complementares de diagnóstico na avaliação de uma pessoa obesa, com o objectivo de detectar uma eventual doença associada como causa para a obesidade. Dos exames que se devem realizar estão incluídos: hemograma, plaquetas, urina tipo II, velocidade de sedimentação, glicémia em jejum, função renal e hepática, estudo hormonal da tiróide e metabolismo lipídico. Em doentes com obesidade, hipertensão e/ou intolerância aos hidratos de carbono está aconselhado o doseamento no sangue e urina do cortisol. A realização de um electrocardiograma está recomendada aos obesos com mais de 50 anos.Quais as doenças associadas à obesidade?A obesidade está relacionada com a mortalidade aumentada, tendo sido determinado quatro graus de risco de doença associada de acordo com o IMC:IMC Risco25 - 29,9 Baixo30 - 34,9 Moderado35 - 39,9 Alto> 40 Muito alto 30 sem factores de risco concomitantes ou IMC > 27 se estes existirem, após 3 meses ineficazes de dieta e exercício. Os medicamentos não devem ser utilizados sem investimento nas alterações de estilos de vida.Existem vários fármacos para o tratamento da obesidade:Sibutramina, é um novo inibidor da recaptação de serotonina e noradrenalina, que pode ser benéfica na redução do risco cardiovascular, tendo em conta os seus efeitos na redução do peso, no perímetro da cintura e no metabolismo das gorduras e açucares. Alguns estudos demonstraram que este fármaco pode originar um aumento da pressão arterial, pelo que o seu uso está contra-indicado em doentes com hipertensão não controlada.Orlistat é um inibidor específico das lipases intestinais, reduzindo em 30% a absorção de gorduras. O tratamento deve ser acompanhado de uma dieta hipocalórica. Uma cápsula de 120 mg deve ser tomada antes, durante ou após as 3 refeições principais, até 2 anos. Surgem como efeitos secundários mais comuns a flatulência, fezes oleosas e urgência fecal. É dispendioso.Quitosano é uma fibra natural derivada do marisco que fixa a gordura ingerida, impedindo a absorção. Alguns estudos têm investigado as potencialidades do tratamento da obesidade com metformina (antidiabético oral), em particular nos doentes com obesidade abdominal conotada com hiperinsulinismo e resistência à insulina.Os catecolaminérgicos (anfetaminas e derivados: clobenzorex e fenpropex) não estão indicados porque provocam dependência, tolerância, taquicardia, palpitações, agitação e insónias. Os serotoninérgicos (fenfluramina e dexfenfluramina), foram retirados do mercado após detecção de efeitos secundários a nível das válvulas cardíacas e hipertensão pulmonar. Os novos antidepressivos como a fluoxetina, sertralina e paroxetina podem ter como um dos seus efeitos a perda de apetite, embora não estejam aprovados com essa indicação.Os medicamentos aumentam a adesão do indivíduo ao regime alimentar, ao exercício físico, mas não curam a obesidade. Quando suspensos ou não tomados, o peso tende a aumentar de novo, se não houver modificação do comportamento relativamente aos hábitos alimentares e actividade física.Quando está indicado a cirurgia?A cirurgia destina-se a doentes seleccionados, com IMC > 40 ou os indivíduos que possuem um IMC > 35 associado a uma elevado risco de doenças e mortalidade associada à obesidade, e quando foi estabelecido que outros métodos não resultaram. O sucesso desta cirurgia pressupõe o acompanhamento por uma equipa multidisciplinar treinada, que deve incluir endocrinologista, cirurgião, anestesista, nutricionista/dietista, psiquiatra/psicólogo, em articulação com o seu médico assistente.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

antes e depois de uma pessoa obesa

antes e depois










É o resultado de uma má alimentação e de uma boa recuperação do seu problema e ficou com o corpo em forma!

obesidade e emagrecimento

A obesidade afecta cada vez mais cada um de nós.
Para a combater surgem todos os dias soluções milagrosas nas quais se acaba por gastar muito dinheiro para se chegar ao fim com poucos ou nenhuns resultados.
Mais, muitas das vezes passados poucos meses reparamos que temos mais 2 a 5 quilos do que tínhamos antes de termos seguido a tal solução milagrosa.
Resumindo, se de facto fosse uma boa solução já muita gente a teria seguido e a obesidade estaria em extinção e não em crescimento.
Se as coisas não funcionam é porque existe algo que não está bem quer com a pessoa quer com aquilo que é suposto tratar da obesidade. Houve algo que falhou.
Hoje em dia costuma optar-se pela lipo-aspiração, lipo-escultura, aneis no estômago, corte do estômago e muitas outras soluções que aparentemente vão resolver o problema.
O problema pode ficar resolvido mas as causas, essas continuam em discussão e sem um concenso generalizado.
A pergunta que nunca ninguém faz e parece não se preocupar em fazer é; Porquê o corpo fica obeso?
Se o soubessem, aí sim, poder-se-ia trabalhar e encontrar uma solução.

obesidade infantil




A obesidade infantil é um tema que assusta cada vez mais a população jovem do nosso país. Devido a uma péssima alimentação e de pouco exercício fisico.
Um em cada dez jovens são obesos.

saúde e bem estar














A saúde e o bem estar, esta para além de nascer com a pessoa podem ser grandemente melhorados se a pessoa tiver informação acerca do que fazer para o conseguir.
É esta a forma que todas as pessoas devem procurar quais as melhores técnicas, terapias medicinais para o seu problema e também uma boa alimentação.
A vida é para ser vivida mas só vale a pena vivê-la se tivermos saúde e nos sentirmos bem pelo que a prevenção tem aí um grande papel a desempenhar.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

coisas sobre a obesidade

A obesidade, nediz ou pimelose (tecnicamente, do grego pimelé= gorduras e ose processo mórbido) é o acumulo excessivo e potológioco de gordura no organismo, acima de quinze por cento do peso considerado óptimo - o que se observa através da comparação entre peso e altura.
Teoricamente sempre que houver uma investigação de calorias (através dos a cimentos) maior do que o gasto energético, haverá acumulo de calorias na forma de gordura. O corpo humano armazena estas calorias extras nas células do adioposo.
A conversão em gordura desse excedente se verifica porque (designação bioquímica das gorduras) contêm mais que o dobro de calorias no mesmo peso do que nas formas de carbonato ou proteína: essa diferença chega à proporção nove contra quatro.

obesidade


Isto é o efeito de uma péssima alimentação e de pouco exercicio fisico...